NASA LANÇA VÍDEO ONDE MOSTRA 13 BILHÕES DE ANOS EM DOIS MINUTOS

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cienciahoje:

Foto da semana: A mulher na ciência
Embora ainda exista muita desigualdade entre os gêneros e muitas áreas da ciência sejam feudos quase exclusivamente masculinos, é inegável a crescente participação das mulheres em todos os campos da pesquisa. Para homenagear essa conquista contínua, fruto de muita luta, nada melhor do que falar de uma das mulheres mais pioneiras da ciência: Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace – ou, simplesmente, Ada Lovelace. 
No início da década de 1840, a britânica elaborou o primeiro programa de computador da história, para ser utilizado na máquina analítica (um ancestral dos computadores atuais), proposta pelo matemático Charles Babbage. Em 15 de outubro, foi comemorado em todo o mundo o Dia de Ada Lovelace, criado para estimular a participação das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. 
Ada Lovelace teve uma mostra da diferença de gêneros existente na sociedade em que vivia logo depois de nascer. Seu pai, o poeta inglês Lorde Byron, ficou decepcionado por não ter um filho homem e abandonou sua mãe logo depois do seu nascimento. A mãe incentivou-a, então, a seguir um caminho na ciência e na matemática, o que era pouco usual para a época. Casada aos vinte anos, assumiu o nome do marido (King) e, mais tarde, o título de condessa, tornando-se a Condessa de Lovelace. 
Entre 1842 e 1843, traduziu para o inglês as palestras proferidas por Babbage em um evento na Itália. Porém, fez mais do que isso: adicionou ao material anotações de sua própria autoria, nas quais descreveu um algoritmo para o cálculo de sequências matemáticas utilizando a máquina analítica – o que faz dela a primeira programadora da história. O algoritmo não pôde ser testado na prática, no entanto, uma vez que condições técnicas e econômicas impediram a construção do equipamento de Babbage. 

Ada Lovelace morreu jovem, aos 36 anos, vítima de um câncer de útero. Somente cerca de 100 anos depois a máquina analítica de Babbage e suas anotações entrariam para a história como o primeiro computador e o primeiro software desenvolvidos. A linguagem de programação Ada, utilizada em aplicações críticas como a aviação, foi batizada em sua homenagem. A empresa Google também dedicou um doodle à matemática, no ano passado, para comemorar os 197 anos do seu nascimento.
Em 2010, ela foi escolhida em votação na internet como ícone da mulher trabalhadora na área de ciência e tecnologia: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/ciencia-substantivo-feminino 
Para comemorar o Dia de Ada Lovelace, em 2013 foram realizados diversos eventos pelo mundo, como uma verdadeira maratona de criação e edição de artigos na Wikipédia. O objetivo era aumentar e complementar os registros dos feitos das mulheres cientistas descritos na enciclopédia virtual, além de estimular uma maior participação feminina na edição dos artigos.
Leia mais sobre a iniciativa: http://www.theguardian.com/higher-education-network/blog/2013/oct/15/ada-lovelace-day-wikipedia-editathon
Conheça o WikiProject Women scientists, que tem como objetivo aprimorar as biografias das mulheres cientistas na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:WikiProject_Women_scientists 

Além disso, diversas ações convidaram as mulheres que atuam nas áreas de ciência, tecnologia, matemática e engenharia a falar sobre suas experiências: http://www.theguardian.com/higher-education-network/2013/oct/08/ada-lovelace-day-share-your-stories-of-women-in-science-and-technology 
Confira mais sobre o Dia de Ada Lovelace e sobre a participação das mulheres na ciência em textos publicados no jornal The Guardian: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/womens-blog/2013/oct/17/women-in-science-ada-lovelace-gender http://www.theguardian.com/science/the-h-word/2013/oct/15/women-science-history-ada-lovelace-day
No site da Ciência Hoje On-line, confira uma análise sobre a participação das mulheres nas carreiras científicas – elas já representam um grupo igual ao dos homens no Brasil: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/03/ciencia-cada-vez-mais-feminina
Leia sobre um estudo que mostra as diferenças de perfil de comportamento de homens e mulheres em jogos virtuais: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/sexo-forte-virtual/ 
Conheça uma iniciativa da Nasa que visa despertar a paixão de meninas pelas ciências exatas: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/11/espaco-para-as-mulheres 
Leia sobre a comemoração dos 50 anos da participação das mulheres na exploração espacial e o panorama da área hoje: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/06/igualdade-a-fronteira-final 
Confira ainda os atritos entre o grupo feminista Femn e grupos de mulheres muçulmanas a respeito do islamismo e do sexismo:http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/sobrecultura/2013/04/feministas-em-pe-de-guerra 
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre história da ciência na página da Ciência Hoje On-line.

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Foto da semana: A mulher na ciência

Embora ainda exista muita desigualdade entre os gêneros e muitas áreas da ciência sejam feudos quase exclusivamente masculinos, é inegável a crescente participação das mulheres em todos os campos da pesquisa. Para homenagear essa conquista contínua, fruto de muita luta, nada melhor do que falar de uma das mulheres mais pioneiras da ciência: Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace – ou, simplesmente, Ada Lovelace. 

No início da década de 1840, a britânica elaborou o primeiro programa de computador da história, para ser utilizado na máquina analítica (um ancestral dos computadores atuais), proposta pelo matemático Charles Babbage. Em 15 de outubro, foi comemorado em todo o mundo o Dia de Ada Lovelace, criado para estimular a participação das mulheres nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática. 

Ada Lovelace teve uma mostra da diferença de gêneros existente na sociedade em que vivia logo depois de nascer. Seu pai, o poeta inglês Lorde Byron, ficou decepcionado por não ter um filho homem e abandonou sua mãe logo depois do seu nascimento. A mãe incentivou-a, então, a seguir um caminho na ciência e na matemática, o que era pouco usual para a época. Casada aos vinte anos, assumiu o nome do marido (King) e, mais tarde, o título de condessa, tornando-se a Condessa de Lovelace. 

Entre 1842 e 1843, traduziu para o inglês as palestras proferidas por Babbage em um evento na Itália. Porém, fez mais do que isso: adicionou ao material anotações de sua própria autoria, nas quais descreveu um algoritmo para o cálculo de sequências matemáticas utilizando a máquina analítica – o que faz dela a primeira programadora da história. O algoritmo não pôde ser testado na prática, no entanto, uma vez que condições técnicas e econômicas impediram a construção do equipamento de Babbage. 

Ada Lovelace morreu jovem, aos 36 anos, vítima de um câncer de útero. Somente cerca de 100 anos depois a máquina analítica de Babbage e suas anotações entrariam para a história como o primeiro computador e o primeiro software desenvolvidos. A linguagem de programação Ada, utilizada em aplicações críticas como a aviação, foi batizada em sua homenagem. A empresa Google também dedicou um doodle à matemática, no ano passado, para comemorar os 197 anos do seu nascimento.

Em 2010, ela foi escolhida em votação na internet como ícone da mulher trabalhadora na área de ciência e tecnologia: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/ciencia-substantivo-feminino 

Para comemorar o Dia de Ada Lovelace, em 2013 foram realizados diversos eventos pelo mundo, como uma verdadeira maratona de criação e edição de artigos na Wikipédia. O objetivo era aumentar e complementar os registros dos feitos das mulheres cientistas descritos na enciclopédia virtual, além de estimular uma maior participação feminina na edição dos artigos.

Leia mais sobre a iniciativa: http://www.theguardian.com/higher-education-network/blog/2013/oct/15/ada-lovelace-day-wikipedia-editathon

Conheça o WikiProject Women scientists, que tem como objetivo aprimorar as biografias das mulheres cientistas na Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:WikiProject_Women_scientists 

Além disso, diversas ações convidaram as mulheres que atuam nas áreas de ciência, tecnologia, matemática e engenharia a falar sobre suas experiências: http://www.theguardian.com/higher-education-network/2013/oct/08/ada-lovelace-day-share-your-stories-of-women-in-science-and-technology 

Confira mais sobre o Dia de Ada Lovelace e sobre a participação das mulheres na ciência em textos publicados no jornal The Guardian: http://www.theguardian.com/lifeandstyle/womens-blog/2013/oct/17/women-in-science-ada-lovelace-gender 
http://www.theguardian.com/science/the-h-word/2013/oct/15/women-science-history-ada-lovelace-day

No site da Ciência Hoje On-line, confira uma análise sobre a participação das mulheres nas carreiras científicas – elas já representam um grupo igual ao dos homens no Brasil: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/03/ciencia-cada-vez-mais-feminina

Leia sobre um estudo que mostra as diferenças de perfil de comportamento de homens e mulheres em jogos virtuais: 
http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2013/02/sexo-forte-virtual/ 

Conheça uma iniciativa da Nasa que visa despertar a paixão de meninas pelas ciências exatas: 
http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/11/espaco-para-as-mulheres 

Leia sobre a comemoração dos 50 anos da participação das mulheres na exploração espacial e o panorama da área hoje: 
http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/06/igualdade-a-fronteira-final 

Confira ainda os atritos entre o grupo feminista Femn e grupos de mulheres muçulmanas a respeito do islamismo e do sexismo:
http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/sobrecultura/2013/04/feministas-em-pe-de-guerra 

Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.

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Somos um país jovem, crescendo e por isso temos uma quantidade bem maior de oportunidades e coisas legais que dá pra fazer por aqui. No mundo digital então… nem se fala! Só no Brasil você pode sair da periferia e se tornar um empresário tão megaboga a ponto de ser até convidado pra dar palestra na ONU. Esta é a história de Marco Gomes, fundador da boo-box. Olha aí no vídeo a história dele.

Fonte: Youpix

earthfix:

Cool recycled art sculptures by Bart Vargas. It’s like Claes Oldenburg gone millenial.

ryandonato:

Bart Vargas

diretodareserva:

Primeiramente, olhe bem para a foto abaixo:

image

O que esta espécie te lembra? Uma cobra? Uma cobra de asa? Uma cigarra? Uma mariposa? Clicado na Reserva Natural Serra do Tombador, trata-se de um inseto parente da cigarra. É conhecido popularmente como jequitiranabóia e, em…

cienciahoje:

O mundo imaginário de Catherine Nelson
Esses pequenos e complexos mundos, com seus inacreditáveis ecossistemas poderiam orbitar as estrelas de nosso vasto universo ou povoar a imaginação dos mais fantasiosos escritores. No entanto, são verdadeiras pinturas feitas com câmera que compõem o microcosmo criado pela artista australiana Catherine Nelson. 
Cada um delas nasce como resultado de combinações digitais de centenas de fotografias. O trabalho é fruto da grande experiência a artista na indústria cinematográfica, onde trabalhou com os efeitos visuais de filmes como ‘300’, ‘Moulin Rouge’ e ‘Harry Potter’. 
Abaixo, você confere alguns desse mundos surreais. O que esperar da fauna e da flora desses enigmáticos astros digitais?  





Segundo Nelson, muito mais do que representar a realidade capturada pelas lentes, seu trabalho combina o olhar pintura com sua experiência cinematográfica para criar uma representação muito própria do mundo a sua volta, na formato de ‘poesia visual’.
A edição de cada peça pode demorar semanas e o trabalho resulta em telas impressas de até 2m x 2m. Muitas delas estão expostas nas diversas galerias do (nosso) mundo onde o trabalho da artista pode ser apreciado e ela produz apenas uma quantidade limitada de reproduções - que podem valer alguns milhares de dólares, cada uma! 
Via Colossal e Feature Shoot. Confira também uma matéria publicada na Wired com a artista. 
Leia mais novidades sobre ciência e arte no site da Ciência Hoje On-line.

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O mundo imaginário de Catherine Nelson

Esses pequenos e complexos mundos, com seus inacreditáveis ecossistemas poderiam orbitar as estrelas de nosso vasto universo ou povoar a imaginação dos mais fantasiosos escritores. No entanto, são verdadeiras pinturas feitas com câmera que compõem o microcosmo criado pela artista australiana Catherine Nelson

Cada um delas nasce como resultado de combinações digitais de centenas de fotografias. O trabalho é fruto da grande experiência a artista na indústria cinematográfica, onde trabalhou com os efeitos visuais de filmes como ‘300’, ‘Moulin Rouge’ e ‘Harry Potter’.

Abaixo, você confere alguns desse mundos surreais. O que esperar da fauna e da flora desses enigmáticos astros digitais? 

Segundo Nelson, muito mais do que representar a realidade capturada pelas lentes, seu trabalho combina o olhar pintura com sua experiência cinematográfica para criar uma representação muito própria do mundo a sua volta, na formato de ‘poesia visual’.

A edição de cada peça pode demorar semanas e o trabalho resulta em telas impressas de até 2m x 2m. Muitas delas estão expostas nas diversas galerias do (nosso) mundo onde o trabalho da artista pode ser apreciado e ela produz apenas uma quantidade limitada de reproduções - que podem valer alguns milhares de dólares, cada uma! 

Via Colossal e Feature Shoot. Confira também uma matéria publicada na Wired com a artista. 

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26 e 27 de julho de 2013, em Campo Grande/MS tem a 4ª Conferência Municipal do Meio Ambiente.Conheça o jornal virtual da Conferência: Jornal

26 e 27 de julho de 2013, em Campo Grande/MS tem a 4ª Conferência Municipal do Meio Ambiente.

Conheça o jornal virtual da Conferência: Jornal

Vírus gigante: nova forma de vida?
Os Pandoravírus são diferentes de bactérias. Eles não fabricam suas próprias proteínas, também não produzem energia através de ATP e não se reproduzem por divisão. Seu ciclo de vida é viral: eles invadem organismos, esvaziam suas proteínas e DNA, passam a controlar a célula, produzem novas partículas virais e as espalham.
Leia a reportagem na íntegra: Revista Galileu

Vírus gigante: nova forma de vida?

Os Pandoravírus são diferentes de bactérias. Eles não fabricam suas próprias proteínas, também não produzem energia através de ATP e não se reproduzem por divisão. Seu ciclo de vida é viral: eles invadem organismos, esvaziam suas proteínas e DNA, passam a controlar a célula, produzem novas partículas virais e as espalham.


Leia a reportagem na íntegra: Revista Galileu